um horizonte inundado
É de lá do Ver-o-peso. Vamos comer, passar pela feira e tomar açai. Conversar olhando pro rio, dum horizonte plano e inundado. Uma tempestade contou nossa historia, interferência na vida e na arte de volver a poesia e política.
É de lá que vemos o homem forte na sua segunda casa. Visitas.No Tambor da União.
ORIKI DE XANGÔ (fragmentos)
Derruba no barro quem e burro
Ninguém pode corromper o nosso ori
Senhor do saber, olho brilhante
Ele fende alem do alto céu
Murro no muro da mentira
Mata varando o olho do mentiroso
Mata selando porta e porto
Mata quem não sabe pensar
Alajandu, destelha a casa alheia e atelha a sua
Água ao lado do fogo no seio do céu
Alado escala rápido o alto céu
Faz o fogo cair do meio do céu
Comments
Leave a Reply