dance dance revolution!
E o caminho lá da rua no fim de tarde, é rua cheia. Pipa bola botecos igrejas cadeiras.
De quem são as ruas?
A autocensura mediando às expressões, nas ruas. Vozes veladas.
O ping-pong do resto das madeiras.
Como falamos. Como somos. Qualquer esforço natural nesse sentido será bom
–Oswald da Andrade: Poesia Pau-Brasil
Índio Armado
E nas idas e vinda mapearam o índio armado. os vídeos.
Um Índio foi pra casa do Bené, meu vizinho. os outros pelo centro da cidade, próximo aos pontos históricos.
O lado doutor. Fatalidade do primeiro branco aportado e dominando politicamente as selvas selvagens. O bacharel. Não podemos deixar de ser doutos. Doutores. pais de dores anônimas, de doutores anônimos. O império foi assim. Eruditamos tudo. Esquecemos o gavião de penacho –Oswald da Andrade: Poesia Pau-Brasil